Três meses depois do golpe que colocou no poder, na Guiné-Bissau, próximos do ex-Presidente Sissoco Embaló, é inaceitável a passividade da comunidade internacional. É mais uma voz que se levanta, a da jurista e ex-ministra guineense Carmelita Pires:
Há formas de forçar a legalidade, diz Carmelita Pires. Mas o que tem sido feito é muito pouco, a um país onde não há liberdade para discordar. E com a contestação a vir de fora, nos países onde vivem guineenses:
Carmelita Pires está fora da Guiné-Bissau por razões de segurança.