O Presidente de São Tomé e Príncipe, Carlos Vila Nova, pondera apresentar uma queixa-crime contra “entidade e pessoas”, que o difamaram, ofenderam e difundiram informações falsas sobre si.
Tudo relacionado com o caso do cidadão sueco, ex-Conselheiro Especial, detido no domingo passado pela Interpol.
O Chefe de Estado são-tomense afirma que o agora detido tinha registo criminal limpo, e projetos de investimento em São Tomé e Príncipe. Um assunto tratado pelo correspondente da RDP/África, Óscar Medeiros:
Presidente são-tomense pondera apresentar uma queixa-crime contra “entidade e pessoas”.
Conferência de imprensa de Carlos Vila Nova
Ainda São Tomé e Príncipe, o Presidente Carlos Vila Nova deu ontem uma conferência de imprensa a um grupo de jornalistas convidados.
O Chefe de Estado falou dos últimos acontecimentos no Parlamento, que culminaram com a destituição da Presidente deste órgão.
Carlos Vila Nova disse que havia um bloqueio no Parlamento, e que o país não se pode tornar num feudo de quem quer que seja:
Para o Presidente são-tomense, foi encontrada uma solução que garante o funcionamento do país. Apesar dos atos ocorridos no Parlamento terem sido declarados nulos e inconstitucionais, pelo Tribunal Constitucional:
Na conferência de imprensa de ontem, Carlos Vila Nova não se pronunciou sobre a alegada inconstitucionalidade do seu decreto, que promulgou a revogação da lei interpretativa de sistema judiciário, exonerando os juízes do Tribunal Constitucional.