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Imagem de Gasóleo mais caro a partir de hoje em Angola
Foto Agência O Globo

Gasóleo mais caro a partir de hoje em Angola

Imagem de Gasóleo mais caro a partir de hoje em Angola

Gasóleo mais caro a partir de hoje em Angola

 A partir de hoje o gasóleo passa a custar mais caro em Angola, ou seja, 300 kwanzas, 0,3 cêntimos do euro, contra os anteriores 200 kwanzas, 0, 2 cêntimos do euro. A medida foi anunciada neste domingo pelo instituto regulador dos derivados do petróleo, que mantém inalterados os preços dos demais produtos.

A partir de uma da manhã desta segunda-feira, os utilizadores de gasóleo passaram a encontrar um preço mais alto nos postos de abastecimento de combustíveis em Angola.

O produto passou de 300 kwanzas, ou melhor, passou para 300 kwanzas, o equivalente a 0,4 cêntimos do euro, contra os anteriores 200 kwanzas, 0,3 cêntimos do euro.

Uma medida que, segundo o Instituto Regulador dos Derivados do Petróleo, se enquadra no ajuste gradual dos preços de venda ao público dos produtos derivados do petróleo para os níveis de mercado.

O anúncio foi feito na tarde deste domingo e deixou muita gente surpreendida, mas outros nem por isso, porque era um tema que já se vinha anunciado nos últimos tempos.

O Instituto, o órgão tutelado pelo Ministério dos Recursos Minerais, Petróleo e Gás disse que os preços de venda ao público dos demais produtos em regime dos preços fixados, nomeadamente a gasolina, o petróleo iluminante e o gás de petróleo liquefeito, se mantenham inalterados.

Antes da presente medida, o último ajuste do preço do gasóleo foi realizado em abril  de 2024, quando o litro passou de 140 Kwanzas ,01 do euro para 200 Kwanzas ,03 do euro.

A medida também trouxe mais movimento nas últimas horas do dia de ontem, de domingo, para os postos de abastecimento de combustíveis, pois muitos automobilistas, sobretudo camionistas e motoristas de táxis coletivos, ainda foram na corrida para abastecer no preço anterior.

Uma medida que se enquadra nas reformas a nível econômico do governo angolano e também tendo em conta as recomendações do Fundo Monetário Internacional.

José Silva – Correspondente RDP África em Luanda