Na Guiné-Bissau, iniciou, hoje, a greve de cinco dias nos setores da educação e da saúde, no dia em que deve arrancar o ano letivo 2022/2023, aberto oficialmente no sábado.
Os sindicatos exigem o pagamento de salários em atraso e a revogação da decisão do governo que suspendeu mais de mil técnicos de saúde.
Ioio João Correia – Porta-voz da Frente Social dos Sindicatos dos Professores e dos Técnicos de Saúde